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A união Brasil-Tailândia através do Muay Thai

Seminário Internacional de Muay Thai traz ao Brasil o tailândes Ekger Mono 

Faz tempo que o Muay Thai vem colecionando adeptos pelo Brasil. A arte tailandesa atrai alunos de diversas faixas etárias e objetivos. Seja em busca da boa forma através da alta carga de exercícios aeróbicos, de força, agilidade e flexibilidade, seja para defesa pessoal ou mesmo para aqueles que buscam disputar campeonatos de Muay Thai ou até mesmo MMA.

Leo Vasconcelos, mestre de Muay Thai há 11 anos e fundador da equipe Unit Warriors é um destes adeptos e vem buscando expandir a arte dentro das origens tailandesas. Para Leo é notória a confusão feita no Brasil com o kickboxing. ” Muitos falam que o Muay Thai brasileiro segue a linha européia, da Holanda, mas isso não existe. Muay Thai é Muay Thai e kickboxing é kickboxing. Na Holanda é mais praticado o kickboxing.”, diz ele.

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Equipe Unit Warrios com o mestre Leo Vasconcelos

willyamDiante deste cenário Leo iniciou em 2014 um intercâmbio dos seus atletas brasileiros na Tailândia para participarem do campeonato mundial de Muay Thai. Willyam Souza foi um dos primeiros atletas da Unit Warriors a desembarcar na Tailândia e se juntar a equipe brasileira que contava com mais de 20 atletas de outras academias. Naquela oportunidade ele conquistou o bronze e a equipe brasileira fez 4 campeões mundiais e ainda arrematou 6 pratas.

apocaJá em 2015 o número de atletas cresceu para seis e o destaque foi Rafael Apocalipse que se sagrou campeão mundial de Muay Thai na categoria amador. Rafael contou para o Damas do Esporte um pouco da sua preparação e da experiência na Tailândia. “Pratico Muay Thai desde os 12 anos, mas nos três meses que antecederam a disputa na Tailândia intensifiquei meus treinos físicos e acredito que este tenha sido realmente meu diferencial. Consegui fazer valer minha técnica apurada com um preparo físico que se sobressaiu junto aos demais atletas”, contou ele. Rafael destacou ainda a semana de treinos na Tailândia, onde pôde trocar experiências com os atletas locais e aprender um pouco da cultura do país. Agora sua meta é disputar  três lutas profissionais no Brasil para entrar no MMA.

13713434_1453913904634403_1082315745_nNeste ano a equipe foi ainda maior e o destaque ficou com Andressa Batista, a primeira mulher da equipe a se tornar campeã mundial Semi Pro. Andressa, que é formada em Educação Física e dá aulas de Muay Thai, além de ser faixa azul de jiu-jitsu, destaca a grande procura feminina pelo esporte em busca de qualidade de vida e preparo físico. Ela, assim como Rafael, também se dedicou arduamente a uma rotina intensa de preparo físico para conseguir o título. Hoje sua meta também é ingressar no MMA, esporte que tem maior visibilidade. “Por não ser um esporte olímpico o Muay Thai acaba não atraindo patrocinadores e temos muitas dificuldades. Consegui viajar para a Tailândia graças ao apoio da família e de amigos.”

Dando sequência a esse intercâmbio, Leo traz ao Brasil o mestre Ekger Mono, lutador tailândes com mais de 200 lutas no currículo. A idéia do seminário é passar um pouco da história do Muay Thai. Ekger vai falar sobre o Muay Boran que era o Muay Thai usado para guerra na Tailândia e também o Muay Thai competitivo. Assim, aqueles que ainda não tiveram a oportunidade de ir à Tailândia terão a chance de conhecer esta arte sem confundi-la com outras. Leo espera ainda trazer outros mestres tailandeses para continuar difundindo a arte no Brasil.

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Locais e datas do Seminário:

  • São Paulo – 16/07
  • Rio de Janeiro – 17 e 18/07
  • Espírito Santo – 19 e 20/07
  • Goiás – 21 e 22/07
  • Mato Grosso do Sul – 23/07
  • Mato Grosso – 24 e 25/07
  • Belém do Pará 26/07
  • Santa Catarina 30/07
  • Porto Alegre 31/07

Informações através do telefone 21-983750285 (Leo Vasconcelos)

 

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