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O rádio vive

Voltei ontem (26) à tarde do Peru com a sensação de dever cumprido. Mais um trabalho bem feito, reconhecido. Mais uma pro currículo. Tiveram lá seus perrengues, mas tudo isso faz parte e faz a gente crescer mais como pessoa e como profissional. Uma final de Libertadores, que sonho! E é todo um conjunto, sabe? Não é só presenciar um jogo que milhões de pessoas gostariam de estar. É realmente fazer parte do evento, fazê-lo acontecer. Fazer com que ele chegue aos milhões que acompanham suas notícias diariamente.
Meu papel como jornalista é esse: levar a notícia, levar a emoção da transmissão, porque é isso que sentimos quando estamos cobrindo lá de pertinho: a emoção. E já que eu toquei nesse assunto, o que me motivou a escrever essa carta foi justamente esse mix de sentimentos que meu trabalho proporcionou aos ouvintes ligados na transmissão das Damas do Esporte.
Hoje, como quem não quer nada, resolvi ler as inúmeras mensagens que não tive tempo de ler durante a semana da Libertadores. O que mais me chamou atenção foi como a magia do rádio segue viva. Isso é fantástico. Amigos dessa geração digital prestigiando a transmissão direto dos bares, de suas casas, mesmo ligados nas transmissões televisivas. E renderam elogios: praticamente todos falaram o quando a velocidade e a emoção do rádio contagiam todos ligados.
Fica aqui o meu agradecimento e a certeza do dever cumprido que mencionei lá no início. Além da notícia precisa, apurada, o nosso maior compromisso é, não só mostrar o que estamos vendo, mas o que o público presente está sentido. E tem dado certo.

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