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O desejo de todo atleta: a medalha olímpica!

A peça mais disputada das Olimpíadas e de qualquer competição é a medalha, principalmente, a de ouro. As medalhas dos Jogos Olímpicos e Paralímpicos Rio 2016 contam com duas novidades: o design, pela primeira vez, têm o centro ligeiramente mais alto que as bordas, além da presença de guizos no interior das Paralímpicas, uma inovação de acessibilidade.

Medalhas foram apresentadas em evento realizado na Arena do Futuro, no Parque Olímpico da Barra (Rio 2016/Alex Ferro)
Medalhas foram apresentadas em evento realizado na Arena do Futuro, no Parque Olímpico da Barra (Rio 2016/Alex Ferro)

Mais de 100 funcionários da Casa da Moeda do Brasil (CMB) estiveram envolvidos na produção das 2.488 medalhas Olímpicas e 2.642 Paralímpicas. As peças pesam cerca de 500 gramas. O design das medalhas Olímpicas usa folhas de louro para representar a relação entre as forças da natureza e os heróis Olímpicos. Já os guizos no interior das Paralímpicas criam uma nova possibilidade de interação e permitem diferenciar outro, prata e bronze. “Conquistar essas medalhas é um caminho de emoção única”, disse Mário Andrada, diretor executivo de comunicação do Rio 2016.

Frente e verso das medalhas dos Jogos Olímpicas e Paralímpicos (Rio 2016/Alex Ferro)
Frente e verso das medalhas dos Jogos Olímpicas e Paralímpicos (Rio 2016/Alex Ferro)

A preocupação com o meio ambiente é uma das marcas das medalhas do Rio 2016. As peças de ouro são 100% livres de mercúrio, e as de prata e bronze contam com 30% de material reciclado em sua composição. Já a fórmula da fita que prende as medalhas nos pescoços dos atletas é produzida com 50% de garrafas PET recicladas. Por fim, o estojo que guarda as preciosidades é feito de madeira produzida em áreas com atividade ambiental sustentável e socialmente responsável.

Foto: Thomaz Silva
Foto: Thomaz Silva

Os pódios das premiações são feitos de madeira de pinheiro (Pinus eliote) e enfeitados com mangue de praia (Clusia Fluminensis) e outras plantas. De acordo com os criadores, o design das plataformas permite que elas sejam reutilizadas como móveis após os Jogos.

*Informações com Rio2016

Fernanda Pizzotti
Fernanda Pizzotti é niteroiense e apaixonada por esportes. Desde pequena sempre foi aos estádios. Frequentadora assídua do Maracanã na adolescência, nas segundas-feiras seguintes aos jogos discutia futebol com os garotos da turma. Fernanda praticava esportes apenas no colégio. Mas jogava tudo! Handebol, vôlei, basquete e futebol, claro! Formada em Jornalismo em 2005, atuou durante alguns anos na área Política. Passou pelo jornal O FLUMINENSE, pelas empresas de comunicação Approach e Goldoni Conecta, jornal EXTRA e Rede Globo, além da Defensoria Pública do Estado do Rio de Janeiro. Em 2011 concluiu o curso de Pós-Graduação em Jornalismo Esportivo e Negócios do Esporte, pela Facha. Também atuou como assessora de imprensa da Federação de Futebol 7 do Estado do Rio de Janeiro. Em março de 2018, junto com as Damas, deu início as transmissões de jogos pela Rádio Web RPC. Em agosto do mesmo ano, as Damas estrearam o programa "De Papo com as Damas", na Rádio Ferj. Em janeiro de 2019, as Damas começaram as transmitir, in loco, pela Rádio Ferj 2, os jogos dos times cariocas em todas as competições. Fernanda atua como repórter nas transmissões.

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