
Flamengo e Paris Saint-Germain protagonizaram uma final marcada pelo equilíbrio e pela tensão do início ao fim. Após empate por 1 a 1 no tempo regulamentar e nenhum gol na prorrogação, o título da Copa Intercontinental acabou decidido nos pênaltis.
O PSG começou melhor na partida, controlando a posse de bola e impondo forte marcação no campo ofensivo. Logo aos oito minutos, a equipe francesa chegou a marcar após um erro na saída rubro-negra, mas o lance foi anulado com auxílio do VAR, que identificou a bola fora do campo antes da finalização. Mesmo com o gol invalidado, o PSG manteve a pressão, com Vitinha organizando o meio-campo e explorando jogadas de velocidade pelos lados.
O Flamengo teve dificuldades para construir jogadas desde a defesa e recorreu a bolas longas em busca de Bruno Henrique e Arrascaeta. Ainda assim, criou perigo aos 16 minutos, quando Pulgar arriscou de fora da área e exigiu boa defesa de Safonov.
Na segunda etapa, o PSG manteve o controle nos primeiros minutos, mas o panorama começou a mudar com as alterações no time do Flamengo. A entrada de Pedro deu mais presença de área e passou a incomodar a defesa adversária. Aos 14 minutos, Arrascaeta foi derrubado por Marquinhos dentro da área. Após revisão do VAR, o árbitro marcou pênalti, convertido com precisão por Jorginho, que deslocou o goleiro e deixou tudo igual.
Com o empate, a decisão foi para a prorrogação. O PSG teve maior posse, mas encontrou dificuldades para transformar o domínio em chances claras.
Nas cobranças de pênaltis, o PSG levou a melhor. De La Cruz foi o único a marcar para o Flamengo, enquanto Saúl, Pedro, Léo Pereira e Luiz Araújo pararam no goleiro francês. Pelo lado parisiense, Vitinha e Nuno Mendes garantiram a vitória, apesar dos erros de Dembélé e Barcola, selando o título para o clube europeu após uma final decidida nos detalhes.