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As Damas nas Coletivas do Flamengo

Por Natália Brasil

Você que acompanha as Damas do Esporte, já deve ter percebido nossa participação efetiva nas coletivas realizadas pelo Flamengo, seja em pós jogos (Maracanã) ou concedidas no Ninho. Na figura de nossa Dama Luciana Zogaib, levantamos questões pertinentes ao momento, aos últimos acontecimentos, sempre buscando originalidade e boa informação.

Nas últimas semanas algumas entrevistas foram realizadas e trazemos aqui para vocês, a transcrição de nossas participações:

Foto: Alexandre Vidal – Flamengo

COLETIVA FILIPE LUIS – 09/12/2020

PERGUNTA:

“Diante de um ano tão atípico, o que você destacaria como fator principal para não terem atingido os mesmos resultados, tendo em vista as eliminações nas copas?”

RESPOSTA:

“São vários fatores, o principal fator, é a saída do Jorge. Simples assim. Um time que estava dominado, completamente, tanto nos treinamentos quanto nos jogos, a gente sabia a forma como a gente jogava e de repente ter que aprender de novo tudo, não, repito, por culpa do treinador que veio ou do que sai, mas por conta da mudança em si. Abala a estrutura, você ter a defesa jogando de uma forma e passara a jogar de outra, um não tá certo e o outro errado, os dois podem ser campeões em lugares diferentes, só que quando um time está acostumado e você muda, é…. Essa foi a principal, a segunda é que nós os jogadores somos culpados de tudo que está acontecendo no campo, por mais que tenha um treinador que seja o diretor da orquestra, nós os jogadores em campo somos o que temos a bola e fazemos a bola entrar ou sair, uma coisa ou outra, então, nós jogadores, sem nenhuma dúvida assumimos a responsabilidade, eu assumo essa responsabilidade, de não ter conquistado esse objetivo da Libertadores e da Copa do Brasil.”

A repercussão de nossa pergunta foi muito boa, ocupando diversas mídias, inclusive sendo manchete em muitas delas. Ouvir de um jogador experiente, que é uma forte liderança dentro do time, sobre como a saída do treinador Jorge Jesus foi determinante para a queda de rendimento de um grupo extremamente vitorioso, expôs o quanto os resultados alcançados eram sim provenientes de um trabalho muito bem desenvolvido pelo técnico e sua comissão, fato amplamente debatido e questionado ao longo de toda temporada de 2019, pelos mais diversos meios de comunicação.

Foto: Alexandre Vidal – Flamengo

COLETIVA PEDRO – 10/12/2020

PERGUNTA:

“As eliminações causaram grandes frustrações na torcida, qual o sentimento do grupo e o que você pode dizer ao torcedor Rubro Negro nesse momento?”

RESPOSTA:

“Falei aqui né, foram duas eliminações muito dolorosas, infelizmente saímos desses dois campeonatos que a gente sabia que tinha potencial para ir mais longe, mas infelizmente aconteceu, a gente tem que tirar de aprendizado, querer crescer e evoluir no dia a dia, tenho certeza que, como eu falei, nesse tempo que a gente está treinando com o Rogério a gente está evoluindo, está assimilando melhor as coisas, tenho certeza que a gente vai brigar pelo campeonato Brasileiro, que é o que nos resta e espero que a gente possa terminar campeão Brasileiro.”

Pedro foi uma contratação fundamental para a equipe Rubro negra, jogador de qualidades diferenciadas, jovem, com um futuro ainda mais promissor, será peça chave para esse final de temporada e principalmente para atingir os principais objetivos do clube em 2021.

COLETIVA ROGÉRIO CENI – 13/12/2020 – FLA 4 X 1 SANTOS

PERGUNTA:

“Depois de uma semana cheia de treinos e uma vitória boa e tranquila, em que aspectos você acha que a equipe mais evoluiu e onde ainda precisa melhorar?”

RESPOSTA:

“Eu acho que na parte física a gente evoluiu bastante, a gente cresceu um pouco mais, teve mais volume, pressão no adversário, é…. Não podemos, é, não é que não podemos, não gostaria de ter tomado um gol, com o placar de 4×0, tentamos colocar o time o mais ofensivo possível, acho que há de se destacar, eu acredito, posso estar enganado, mas que pela primeira vez, os cinco jogadores, Pedro, Gabriel, Arrascaeta, Everton e Bruno Henrique jogaram juntos pelo Flamengo, posso estar errado, mas acredito que foi a primeira vez que conseguimos colocar esses cinco jogadores juntos, tentando dar ritmo para todos eles, tentamos ser um time agressivo, ofensivo, mesmo com a ausência do Arão, mesmo com a entrada do João, que é um garoto, fez um bom jogo hoje, nós tentamos fazer o Flamengo produzir, gerar gols. Tivemos um descuido, então nesse aspecto a gente precisa estar um pouquinho mais atento, para não sofrer gols por contra ataques ou por falta, um detalhezinho ou outro, deixar um cruzamento sair, uma finalização, mas de resto acho que o time vem evoluindo, ainda tem muito para melhorar, o conjunto de 2019 existe, nós temos que fazer ele acordar cada vez mais para ter melhores resultados, para daqui a algumas rodadas a gente possa sonhar em estar mais próximo pela briga da liderança.

Após o jogo com o Santos, mediante o resultado do jogo do São Paulo, Flamengo volta a estar em uma posição dentro do campeonato onde passa a depender apenas de si mesmo para ser campeão. Pelo que podemos observar nas coletivas anteriores, o elenco segue firme e com um mesmo discurso de dedicação à conquista do campeonato Brasileiro. Apesar de enfrentar um adversário desfalcado e que não apresentou muita resistência, o time de Rogério Ceni dominou a partida e goleou, algo que se espera de um postulante ao título.

Seguindo a sequência de coletivas, foi a vez do concorrente ao prêmio Puskas, De Arrascaeta, conceder uma entrevista no Ninho, veja nossa pergunta:

Foto: Alexandre Vidal – Flamengo

COLETIVA ARRASCAETA – 15/12/2020

PERGUNTA:

“Quando você chegou ao flamengo muitos diziam que você era tímido, fechado e reservado. Porém recentemente te vimos como capitão da equipe, motivando os mais jovens. Como você avalia seu protagonismo e papel de liderança dentro do elenco?”

RESPOSTA:

“Sou um cara muito tranquilo, com as pessoas que não conheço, mas gosto muito de brincar com meus amigos, com todos e também dentro do campo, sendo capitão ou não tem que cobrar o companheiro, sempre vou fazer isso, aconteceu que eu tinha que ser o capitão no jogo com vários meninos, caras que estavam fazendo sua primeira partida, então, mas do que nada era passar tranquilidade para eles, porque é um momento onde se pode viver um pouquinho de tensão e agente conseguiu fazer um grande jogo, fiquei feliz, porque bem, eles saíram bastante motivados depois desse jogo.”

Arrascaeta é sem dúvida uma peça estratégica dentro do time, dono de uma habilidade e de uma inteligência, que transforma um passe numa jogada genial. Foi muito gratificante ouvir um pouco do seu ponto de vista sobre esse momento tão marcante dentro da temporada, mediante ao surto de Covid-19 no elenco, que acabou para muitos sendo um divisor de águas.

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Lembrando que na próxima sexta feira, dia 18, teremos uma nova coletiva e estaremos participando e acompanhando para trazer todas as informações! Vem com as Damas!   

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