
Caros flamenguistas, ainda dói. Dói da maneira que foi, pelo time que nos derrotou e principalmente porque sabemos do potencial que esse time tem. Imaginamos que essa final seria diferente, que sairíamos de Montevideo com o título nas mãos. Mas calma, o mundo não acaba aqui.
Ao apito final, naquele início de noite no dia 27 de novembro de 2021, parecia que o tudo estava perdido, e realmente é uma sensação normal e verdadeira, haja visto que todas as competições que o Flamengo disputou/disputa já não existem mais, ou são quase inexistentes. Pensar que um time estrelado como aquele, com o quarteto fantástico em campo, assim como em 2019 e no mesmo estádio do título de 1981, perdeu a Libertadores por erros próprios. Erros do time, erros do comandante e erros internos. Quando se é vencido porque é inferior, é compreensível, porém quando se perde para ele mesmo, é muito pior.
A sensação de impotência, decepção e frustração é tremenda. Tantos milhares que viajaram para ver o Flamengo na final, que venderam seus bens e gastaram o que não podiam gastar, deveria ter sido proibido o Flamengo perder essa final, aliás, devia ser proibido o Flamengo perder, pois é um caso de saúde mental geral de uma nação de 42 milhões de apaixonados. Mas, infelizmente, o futebol é assim… ele castiga, e é um jogo. Um dia nós ganhamos, um dia perdemos. Estamos embaixo, logo estaremos em cima.
Que a paixão que move o futebol, mova com rapidez o Flamengo para o lugar em que ele deve sempre estar. A prova de que a torcida não abre mão do time e carrega todos nos braços foi o jogo contra o Ceará (30 de novembro), mais de 45 mil no Maracanã apoiando incondicionalmente o clube para mais uma vitória. E foi assim… amanheceu, dia novo, mês novo, esperanças renovadas para mais um ano que vem vindo. “E quando menos esperar, clareou”.
Parabéns Julia!!! Excelente texto!!!❤️❤️