Nesta segunda-feira (15), rolou a cerimônia The Best da Fifa, premiação que coroa os principais nomes no futebol mundial, masculino e feminino, na última temporada. Confira como foi a cerimônia para as mulheres.
Aitana Bonmatí se torna a Melhor Jogadora do Mundo
Entre as três finalistas de melhor jogadora do mundo em 2023, a espanhola Aitana Bonmatí recebeu o prêmio, superando sua colega de seleção, Jenni Hermoso do Tigres, e a colombiana Linda Caicedo, do Real Madrid.

A meia-campista do Barcelona vem sendo o nome das premiações individuais por sua atuação em campo, tendo levado já anteriormente a Bola de Ouro da France Football e os prêmios de melhor jogadora da Champions League e da Copa do Mundo de 2023, aos 25 anos de idade.
Mary Earps e Sarina Wiegman levam como Melhor Goleira e Melhor Treinadora, respectivamente
A premiação também elegeu a inglesa Mary Earps do Manchester United, como melhor goleira do mundo pelo segundo ano consecutivo, levando o prêmio na disputa entre a espanhola Catalina Coll, do Barcelona, e a australiana Mackenzie Arnold, do West Ham.
Superando Jonatan Giráldez do Barcelona e Emma Hayes do Chelsea, o The Best coroou Sarina Wiegman como melhor treinadora do mundo no comando da Seleção da Inglaterra. A holandesa se isola como maior vencedora da categoria, com quatro prêmios – em 2017 e 2020 com a Seleção da Holanda e em 2022 e 2023 com a Seleção Inglesa- . Em 2023, Sarina conquistou em Wembley a Finalíssima nos pênaltis contra o Brasil e levou as Lionesses à final da Copa do Mundo, sendo vice-campeã após perder para a Espanha.
Confira também como ficou a Seleção do Ano no Futebol Feminino, feita pelo FifPro:

Rainha Marta Imortalizada pela FIFA
O The Best ainda fez uma homenagem especial a Marta, que se tornou a primeira atleta em atividade a ser imortalizada pela FIFA. Vencedora seis vezes como melhor jogadora do mundo e única atleta com esse marco, levará seu nome na categoria gol mais bonito no futebol feminino, sendo feito individualmente pela primeira vez na premiação. O “Prêmio Marta” será uma versão do Puskás, onde tanto homens quanto mulheres disputavam a categoria juntos, até esta edição.

“É muito difícil subir nesse palco. Eu já venci esse prêmio seis vezes, mas isso aqui é sem dúvida algo muito especial, difícil até de encontrar palavras, mas eu quero que assim como eu estou enxergando essa homenagem, eu quero que todas as mulheres possam também enxergar um futuro promissor”, disse Marta.
Ao final, a camisa 10 ainda expressou seu desejo de estar com a Seleção Brasileira nas Olimpíadas de Paris, em 2024.