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Copa do Mundo de Futebol Feminino: O que esperar das anfitriãs nesta competição?

Nova Zelândia e Austrália sediam a Copa do Mundo de Futebol Feminino em 2023. Os países abrem as portas de suas respectivas casas para receber as demais seleções em busca do título, mas antes disso, elas têm longas batalhas pela frente. Na fase de grupos, a Nova Zelândia vai enfrentar a Noruega, Filipinas e Suíça. Já a seleção australiana precisa superar as equipes da Irlanda, Nigéria e Canadá com o objetivo de passar para o mata-mata. Abaixo, separamos as principais informações sobre as anfitriãs e o que esperar delas na competição.

Nova Zelândia (Grupo A)

A seleção comandada pela treinadora Jitka Klimkova tem um grande desafio: conquistar sua primeira vitória em um mundial. Nas cinco participações em Copas do Mundo, a seleção co-anfitriã contabiliza 15 derrotas em 15 jogos disputados. Além disso, o retrospecto recente não empolga. São 10 jogos sem vencer e somente dois gols marcados no período. Em contrapartida, foram 25 gols amargos sobre a equipe, incluindo duas goleadas sofridas em amistosos disputados contra os Estados Unidos, finalizados com placar de 4 a 0 e de 5 a 0 em janeiro deste ano.

Entre os destaques do grupo estão as jogadoras: Olivia Chance que atua no meio-campo e é uma grande aposta para o ataque; Ria Percival, a jogadora de 33 anos fortalece o meio-campo após recuperação de lesão no joelho; Ali Riley, a capitã e zagueira de 36 anos já disputou quatro mundiais e quatro Olimpíadas, e tem experiência de sobra em competições importantes; Rebekah Stott, a zagueira tem uma torcida dentro e fora de campo. Ela foi diagnosticada com linfoma de Hodgkin em 2021 e passou meses em quimioterapia, agora recuperada, vai disputar o torneio com a garra de uma vencedora; e Hannah Wilkinson, a atacante é a atual artilheira de sua geração e pode fazer a diferença em campo.

Austrália (Grupo B)

Ao contrário da co-anfitriã, a campanha da Austrália tem sido mais empolgante não somente em números, mas, principalmente, pela expectativa com o elenco. Comandada pelo treinador Tony Gustavsson, as Matildas vem com a missão de fazer história e passar das quartas de final, o que seria um feito inédito para o país.

Como preparação para a Copa do Mundo, elas enfrentaram e venceram a Dinamarca por 3 a 1 em Viborg, a Suécia por 4 a 0 em Melbourne, a Espanha por 3 a 2 e a Inglaterra por 2 a 0. As donas da casa sabem que a seleção atual conta com nomes marcantes, como a atacante Sam Kerr, estrela do Chelsea.

Outros destaques do elenco são: Ellie Carpenter, a jovem lateral-direita já possui duas Ligas dos Campeões Femininas da UEFA no currículo, além de ter sido listada nas últimas quatro edições da lista de “100 Melhores Jogadoras do Futebol do Mundo”, do jornal The Guardian; e Caitlin Foord, a meia-atacante que se destacou logo em seu primeiro mundial aos 16 anos, em 2011, e está em sua quarta participação no torneio.

Beatriz Lima
Colaboradora

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