Rivalidade, superação e estreia histórica marcam o duelo decisivo do vôlei feminino

A Superliga Feminina 2024/25 chega ao seu momento mais aguardado: a grande final. Nesta quinta-feira (1º), às 15h45, o Ginásio do Ibirapuera será palco do duelo entre duas equipes que viveram trajetórias marcantes na temporada — Osasco São Cristóvão Saúde e Sesi Vôlei Bauru. De um lado, a tradição de um dos maiores clubes da modalidade. Do outro, o sonho inédito de uma conquista histórica.
Osasco: a camisa pesa e muito
Veterano em decisões, o Osasco chega à final impulsionado por uma campanha consistente e momentos decisivos de superação. Terceiro colocado na fase de classificação, o time paulista eliminou o Fluminense nas quartas e depois teve que encarar o Gerdau Minas, atual campeão. Mesmo após perder o primeiro jogo da semifinal, o Osasco mostrou o peso de sua camisa e virou a série, vencendo os dois jogos seguintes — o último com autoridade: 3 sets a 0, fora de casa.
Agora, o time comandado por Luizomar busca encerrar um jejum que já dura desde 2012, quando conquistou seu último título da Superliga. A torcida promete fazer a diferença no Ibirapuera, empurrando uma equipe que mistura juventude e experiência. Com nomes como Tiffany e Dani Lins comandando dentro da quadra, o Osasco chega com moral.
Sesi-Bauru: chegou a hora de ousar (e conquistar)
Pela primeira vez na história, o Sesi Vôlei Bauru chega a uma final de Superliga — e não foi por acaso. O time, que terminou a primeira fase na quarta colocação, mostrou poder de fogo nos momentos decisivos. Nas semifinais, encarou o favorito Dentil Praia Clube e não tomou conhecimento: duas vitórias seguidas, a última com um sonoro 3 a 0 na casa do adversário.
Comandado por Marcos Modenesi, técnico que estreou nesta temporada no comando principal, o Sesi-Bauru virou sensação. A equipe alia um jogo veloz com alto volume defensivo e chega embalada pela melhor campanha de sua história.

Expectativa de jogão: um duelo que vale mais do que uma taça
De um lado, a tradição. Do outro, a novidade. A final promete um confronto de estilos e emoções. Para o Osasco, é a chance de retomar seu lugar no topo do vôlei nacional. Para o Sesi-Bauru, a oportunidade de fazer história com a primeira taça.
Independentemente do resultado, a certeza é uma só: o Ibirapuera vai ferver.